quinta-feira, 1 de abril de 2010

A frigideira

Conta-se que um jovem recém-casado, ficou curioso ao perceber a forma com que a sua esposa colocava peixe na frigideira: cortava a cabeça (bem cortada) e o rabo até quase o meio do peixe. Indagou-lhe o pôrque daquilo, ao que ela respondeu: "_Mamãe sempre fez assim e eu aprendi com ela... naturalmente deve ser a melhor maneira."


E assim, sempre que a esposa ia fritar peixe, procedia daquela maneira. Afinal quem era ele pra contestar os dotes culinários da sogra?!

Num dia de domingo (os filhos sempre costumam papar a bóia das mães ou sogras aos domingos), estando eles na casa da mãe dela, coincidiu de observar a sogra preparando peixes fritos para fritar. Viu que ela não cortava tanto como a sua esposa... que dissera ter aprendido com ela e, imediatamente questionou.

A sogra riu e lhe respondeu: "_Meu filho, eu sempre cortava o peixe daquela maneira porque a minha frigideira era pequena...só isso!"


Esta é uma boa reflexão sobre a eterna repetição das coisas, dos procedimentos, das formas de realização, sem questionamentos: "sempre fizemos assim! Pra que mudar?"

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